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Arte e Cultura Geral

Verão Arte Contemporânea: edição 2010

Verão Arte Contemporânea chega com sua edição 2010.  O projeto acontece em Belo Horizonte, em diversos espaços da cidade. Idealizado e realizado por Ione Medeiros e Grupo Oficcina Multimédia, co-produzido pelo Mercado Moderno, o Verão Arte abarca uma série de espetáculos e manifestações artísticas de diferentes naipes. Você encontra desde  espetáculos cênicos, performance e atividades, incluindo ensaios abertos, literatura, música, cinema e artes plásticas. 

Verão Arte Contemporânea: edição 2009

Verão: Arte Contemporânea está na sua terceira edição. O projeto, que é apoiado pelo Fundo Municipal de Cultura, ampliou sua programação e os espaços de atuação.

No começo, em 2007, Verão Arte abriu uma pequena fresta, juntando nada mais nada menos que uns 30 coletivos e artistas individuais para uma causa que parecia absurda: abrir espaços para mostras de arte contemporânea na cidade sem uma verba para a realização. Em 2008 a dose se repetiu, mas corria o risco de não conseguir uma sobrevida. Sem verba com poucos espaços disponíveis, torna-se difícil levar adiante um sonho, por mais que todos se envolvam e acreditem no seu poder de mobilização e invenção. No entanto, a adesão cada vez maior de público e mídia espontânea, com uma presença jovem marcante, juntamente com a determinação de Ione Medeiros e de todos os envolvidos, o projeto mostrou-se promissor. A ampliação da programação, a adesão de mais grupos culturais com seus espaços próprios, incluindo novas parcerias e a aprovação no Fundo de Projetos da Fundação Municipal de Cultura, tudo isso trouxe força e alento para o Verão Arte.

Ganha a cidade, com mais opções de cultura e arte. Ganha em diversidade, com manifestações e mostras que tanto perpassam o mundo do espetáculo quanto o ultrapassam em formatos não comerciais, como as intervenções urbanas, os duelos de MC e outras. Ganha em ludicidade, informação, reverberação de sentidos inusitados (uma abertura com um desfile de modas concebido obra de arte e performance) e liberdade. Tudo isso comprova que há espaço para todo mundo e que Belo Horizonte comporta a coexistência de várias manifestações e projetos culturais num mesmo período. Se um sujeito já não é um somente, mas muitos no mesmo indivíduo (e a publicidade já lucra com isso há bastante tempo!), porque uma cidade não o poderia ser?

Confira as atrações do Verão Arte Contemporânea.

Verão Arte Contemporânea, leituras e férias

Saio de férias. Volto dia 02 de fevereio. No meio do carnaval. Perco a programação cultural da cidade que traz muita coisa interessante no período.

Levo algumas leituras. Primeiramente, termino Lógica da Sensação, de Deleuze. Depois, inicio dois outros livros: Trabalho Imaterial, de Antônio Negri e Maurizio Lazzarato e Vida Capital, de Peter Pal Pelbart. O primeiro versa sobre os novos tempos do capitalismo e as formas de subjetividade que nele se engendram. O segundo, que não está muito distante do foco do primeiro, aborda a biopolítica e as frestas, brechas e formas de resistência, num conjunto de diversos ensaios.

E para contrabalançar tanto trabalho imaterial, Poesia da Recusa, de Augusto de Campos, por indicação de Ricardo Aleixo.

No blog Cultura do brincar e suas linhas de errância, falo das outras leituras.

Nos entre-tempos, faço rascunhos do roteiro para vídeo que farei com Alex, Paulo Henrique, Naiara Jardim, Jéssica Azevedo, Davi Pantuzza e Sara Vaz. A fotografia ficará a cargo de Byron O’Nell. E será montado por Ricardo Júnior (Material Bruto e Convite para Jantar com o Camarada Stálin).

Enquanto isso, Belo Horizonte fervilha com o II Verão Arte Contemporânea. O evento, inaugurado no verão de 2007, é um festival de arte instigante, acontecendo em diversos espaços da cidade, nos meses de janeiro e fevereiro. Veja a Programação Completa.

Boas curtições para todos.